Você sabe o que os testemunhas
de Jeová e os testículos tem em comum?
- É que os dois sempre andam juntos e
ninguém os deixa entrar.
Dois amigos, Bob e Jack, saíram de carro para uma
temporada esquiando.
Após dirigir por algumas horas, eles foram pegos por
uma terrível tempestade.
Pararam numa fazenda próxima e perguntaram a uma
mulher atraente que
atendeu a porta, se poderiam passar a noite lá.
- Eu compreendo que o tempo esteja pavoroso, eu vivo
nessa enorme casa,
sozinha, mas como fiquei viúva recentemente - ela explicou,
- tenho medo do
que os vizinhos vão falar se os deixar ficarem aqui.
- Não se preocupe! - disse Jack - Ficaremos bem se pudermos
dormir no celeiro,
e assim que o tempo amainar, iremos embora de manhã
bem cedo.
A mulher concordou e os dois homens foram para o celeiro
passar a noite.
Amanheceu, o tempo clareou, e eles seguiram caminho.
Aproveitaram um bom fim de semana, esquiando.
Mais ou menos nove meses depois, Jack recebeu uma ines-
perada carta de um advogado.
Demorou um tempo até que ele compreendesse que era o
advogado da bela viúva
que tinha conhecido no fim de semana em que foram esquiar.
Ele chegou para o amigo Bob e perguntou:
- Bob, você lembra daquela mulher bonita, viúva, da fazenda
onde ficamos naquele
fim de semana, nove meses atrás?
- Lembro sim - disse Bob.
- Por acaso, você, hum… foi visitá-la naquela noite?
- Bem, ham... fui! - Bob respondeu envergonhado por ter
sido descoberto - devo admitir
que fui!
- E, por acaso, você deu meu nome ao invés de dizer o seu?
O rosto de Bob ficou vermelho que nem beterraba e ele falou:
- Olha, pera aí, desculpa, amigão, acho que fiz isso mesmo.
Por que você pergunta?
- Porque ela morreu e deixou tudo prá mim.
(Pensou que o final seria diferente? Hehehe)
E lá ia o sujeito atravessando a ferrovia quando,
de repente, seu pé
fica preso no vão de um dos trilhos.
Gemendo de dor, ele vira daqui, torce dali e nada
do pé se soltar.
Nisso ele ouve o apito de um trem se aproximando.
- Ai, Meu Deus! Me ajude! - diz ele, apavorado.
Puxa o pé com toda força e... nada! E ouve outra
vez o apito.
- Meu Deus, por favor! - pede ele, com os olhos lacri-
mejantes. - Me ajude a
tirar o meu pé que eu prometo que vou na missa todos
os domingos.
Puxa de novo e nada! E o trem apita, novamente, cada
vez mais próximo.
- Por favor, Senhor! Se Você me ajudar a me livrar dessa,
prometo que nunca
mais vou colocar uma gota de álcool na boca!
Força mais um pouco e nada do pé sair! Agora, além do
apito, ele já podia sentir
o trilho tremendo.
Desesperado, começou a berrar:
- Senhor! Por favor! Me ajude e eu prometo que nunca
mais vou transar com
ninguém!
De repente, ele puxa e o pé se solta. Segundos depois,
o trem passa a toda velo-
cidade.
- Ufa! - fez ele. E levantando a cabeça:
- Deus, não precisa mais se preocupar, eu consegui
me soltar sozinho!
Logo depois de comprar um carro novo, o sujeito leva uma loira sensacional
para dar umas voltas. Ela adora velocidade e ele decide provocá-la:
- Se eu chegar a 200 km/h, você tira a roupa?
Ela olha assustada mas logo faz uma cara de safada e concorda. Então ele
chega a 100 km/h e ela tira os sapatos. Logo ele aumenta pra 130 Km/h e ela
tira a blusa. Ele fica babando nos peitões da loira e acelera pra 150 km/h, até
ela tirar o sutiã.
Ele começa a suar, mas não tira o pé do acelerador. Quando ele chega a 180 Km/h
a loira solta o cabelo, tira a saia e joga para o banco de trás. Ele pisa ainda mais
fundo e quando chega a 200 Km/h ela finalmente tira a calcinha! Que mulherão!
Ele fica olhando pro corpão da loira por alguns segundos, quando de repente ela
dá um grito e eles perdem o controle. O carro capota, mas por um milagre eles
sobreivem. A loira fica ilesa, mas o sujeito fica preso nas ferragens e diz:
- Por favor, vá pedir ajuda! Eu estou entalado aqui dentro...
- Mas... eu não posso! Eu tô pelada! - choraminga ela - Minha roupa sumiu!
Então ele olha ao seu redor e vê um dos seus sapatos.
- Ah, pega esse meu sapato e se cobre! Mas vai procurar ajuda... rápido!
A garota sai correndo nua pela estrada, segurando o sapato entre as pernas, até
que chega em um posto de gasolina e pede ao frentista:
- Por favor, me ajuda! O meu namorado ficou entalado!
Ele olha para o corpão da loira, depois para o sapato e diz, com a maior cara de
espanto:
- Dona, já vi de tudo na vida. Mas um cara entrar fundo assim numa mulher é
a primeira vez!
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É uma cidadezinha do interior. Um vendedor precisa dormir lá e vai para o único
hotel da cidade que, infelizmente, não tem mais vaga.
- Dá um jeito, por favor, eu preciso dormir. Nem que seja uma cama apenas.
O recepcionista responde:
- Olha... tenho um quarto com duas camas, onde está hospedado um sujeito que
me disse que gostaria de rachar as despesas com alguém. Mas tenho que avisá-lo:
o sujeito ronca até não mais poder. Tanto é que os vizinhos telefonam se queixan-
do de que não conseguem dormir.
- Sem problema. Fico com o quarto, preciso dormir!
O recepcionista apresenta os hóspedes um ao outro e diz que o jantar está servido,
para quem quiser.
No dia seguinte, o vendedor desce ao restaurante para tomar café e, contrariando
as expectativas, está bem disposto. O recepcionista pergunta:
- O senhor conseguiu dormir?
- Sem problema!
- Mas os roncos não atrapalharam?
- Nada! Ele não roncou nem por um minuto.
- Como assim?
- Bom, foi simples: O sujeito já estava dormindo quando entrei no quarto.
Então me aproximei da cama dele, dei um beijo no seu bumbum disse: "Boa noite,
coisinha linda...". O sujeito passou a noite toda sentado na cama me olhando
assustado!
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- Recepção, Elizângela, boa noite.
- Boa noite, Elizângela, tem os horários dos ônibus aí?
- Não senhor infelizmente. Mas posso tentar conseguir o número da rodoviária
para o senhor...
- Oh! Não me chame de senhor, não sou tão velho assim. E você, tem uma voz
muito agradável, que idade tem?
Conversa vai, conversa vem ele acaba passando a cantada e a garota vai ao seu
quarto. Aí foi só mais uns chameguinhos e eles acabam transando. Depois da
transa, ela ri:
- Puxa, quem diria, mal nos conhecemos e acabamos fazendo amor...
- Eu sabia que ia acontecer - responde o nosso herói.
- Sabia?! Mas... como?
- Estava escrito na Bíblia...
- Na Bíblia????!!!! Mas como?? Em que capítulo? Em que versículo?
- Não, não... aqui, na contracapa, escrito à mão em letras garrafais:
"A ELIZÂNGELA DA RECEPÇÃO
É MUITO GOSTOSA E
LIBERA FÁCIL-FÁCIL!!"
Uma mulher chegou inesperadamente em casa e encontrou
seu marido na cama com outra mulher. Louca de raiva, ela
pegou uma arma e arrastou o marido até a garagem. Che-
gando lá, prendeu o pênis dele numa morsa (prensa), em cima
da bancada, apertou até ficar bem preso e retirou a alavanca
da morsa.
Aí, ela foi no armário de ferramentas, retirou um serrote e
colocou na bancada.
O marido gritou:
- Querida, você não vai cortar ele, vai???
- Não, - retrucou a mulher - você é quem vai. Eu só vou botar
fogo na garagem!
O judeu parou no sinal, então veio logo aquele pivetinho
pensando que ia arrumar um trocado
em cima dele, e disse:
- Moço, me dá um dinheirinho para eu comprar um pão?
Ao que replicou imediatamente o judeu:
- Não porque já são sete da noite, e aí depois você não janta!
Pois estava o gaúcho viajando solito, à cavalo, lá pras bandas
do Alegrete, quando
caiu a noite! Ele se achegou a uma pousada e foi entrando e
pedindo pouso!
- Mais óia, vivente! Não tem mais quarto vago! Tá tudo ocupado! –
exclamou o dono
da pousada.
- Mas não tem nem uma cama pra mim encostá o lombo? Tô viajando
o dia todo!
- Tem um quarto com duas camas, mas já tem um peão dormindo lá,
serve?
- Não tô pra escolhê, serve!
- O índio é meio chegado numa canha! Deve tá borracho e não vai protestá!
Chegando no quarto tava lá o vivente, apagado, com um litro vazio no
chão e outro na
mão! O gaúcho tirou as botas e se deitou! Lá pelas tantas, de madrugada,
acordou com
uma baita caganeira! Levantou-se e saiu correndo pra casinha, mas não deu
tempo... deu-se a tragédia! E o pior é que ele tinha que seguir viagem de
manhãzita!
E agora? Olhando para o índio estabacado na cama, viu que a bombacha
dele era igualzita a sua e o tamanho também!
O gaúcho teve uma ideia: tirou sua bombacha carimbada, lavou-se como pôde,
tirou a
bombacha do borracho e lhe enfiou a sua! Antes de sair o sol, encilhou o seu
pingo e se
mandou mundo a fora!
Tempos depois, andava o gaúcho pelas mesmas bandas, quando lembrou-se do
vivente e
do causo da bombacha trocada! Mordido pela curiosidade, chegou na pousada e
perguntou pelo índio com quem dividira o quarto naquela fatídica noite.
- Pois ficô lôco, tchê! Tá internado no hospício!
- Ué, mais por quê??!
- De tanto pensá em como é que ele conseguiu cagá as bombacha sem cagá
as cueca!
Um casal está em férias em Macau, China.
Passeavam tranqüilamente na zona portuária, procurando
lembranças baratas para darem aos amigos. Quando pas-
savam por uma pequena loja de calçado, mais propriamente de sandálias, ouve uma voz lá de dentro com um sotaque
característico dizendo:
- Vocês, estlangeilos! Entlem em minha humilde loja!
O casal entra na loja e o chinês lhes diz:
- Tenho aqui umas sandálias especiais que penso que esta-
lão intelessados, elas fazem ficar selvagem no sexo, que
nem um glande camelo do deselto ploculando um oásis!
A esposa, depois de ouvir isto, fica excitadíssima.
Mas o seu marido acha que realmente não precisa delas,
pois se julga um deus sexual, e diz ao homem:
- Como é que as sandálias nos tornam uns tarados sexuais?
O Chinês provoca:
- Expelimenta, infiel.
O marido depois de discutir um pouco com a mulher, final-
mente cede e as experimenta, calça as sandálias e imedia-
tamente ganha um olhar selvagem, alguma coisa que a
sua mulher não via há muitos anos:
O poder do sexo animal!
Num piscar de olhos, o homem corre para o comerciante,
atira-o para cima da mesa rasga-lhe as calças e o chinês
de olhos esbugalhados começa a berrar:
-Calçou ao contlálio!!... Calçou ao contlálio!!... Uiii!!...
Um homem podre de rico, numa cidade pequena,
perdeu um cachorro que era o xodó da família.
Desepero total. Ele procurou o único jornal da cidade, bem decadente por sinal. e publicou um anúncio no jornal
oferecendo uma recompensa de mil reais a quem devolvesse
o animal. Passaram-se um dia, dois dias e nada de resposta.
Ele então resolveu ir até a redação do jornal para se certifi-
car que haviam realmente publicado o anúncio. Encontrou
um contínuo na portaria e pediu:
- Quero falar com o encarregado dos anúncios.
- Saiu - disse o contínuo.
- E o assistente dele ?
- Também não está, senhor.
- Então quero falar com o secretário.
- Não está.
- E o chefe da redação?
- Também saiu.
- Puxa vida ! Todo mundo está na rua ?
- Sim senhor... Estão todos procurando o seu cachorro!