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segunda-feira, setembro 02, 2013

Ninja

Os ninjas estão sempre alertas para o perigo.


Falhou...


Pesca no gelo

Uma loira está em férias no Alasca e resolve pescar num 

lago congelado.


Ela compra o equipamento, enche uma garrafa térmica de

 capuccino, vai para um lago, senta-se numa cadeirinha e

 começa a fazer um corte circular no gelo.


De repente, ouve uma voz trovejante ecoando no céu:

- Não há peixes debaixo do gelo.

Surpresa, a loira reúne todo o equipamento, pega a

cadeirinha, a vara de pescar, a garrafa de capuccino, vai

para outro lugar, senta-se e começa de novo a cortar o

gelo.

E escuta mais uma vez a voz trovejante:

- Não há peixes debaixo do gelo.


Um pouco assustada, ela pega a cadeira, a vara, a garrafa

de capuccino e o resto da tralha, vai para outro canto,

começa a fazer um novo buraco e...

- Não há peixes debaixo do gelo.

Então a loira para, ergue os olhos para o céu e pergunta:

- É você, Meu Deus?


E a voz responde:

- Não, sou o gerente do ringue de patinação.

DEAL WITH IT!


quarta-feira, agosto 21, 2013

Catequese dos Índios

Depois que a esquadra de Cabral chegou ao Brasil

logo em seguida vieram dúzias de aproveitadores de

todos os tipos: caçadores de diamantes, garimpeiros,

aventureiros, indiófilos e... Missionários, sempre em

busca de novos clientes.


Certo dia, o Padre Bento acaba de converter mais um

e está mergulhando-o nas águas de um pequeno 

córrego:


— A partir de agora, te chamarás João e não mais

Tiribuci, e a partir de agora cumprirá todas as 

obrigações impostas pela Igreja Católica e amanhã

 Sexta-feira Santa, não comerás carne, somente

peixe!


No dia seguinte pela manhã, o padre encontra o ex-

Tiribuci, às margens do mesmo córrego, enfiando a

cabeça de uma capivara na água.


— A partir de agora — dizia ele. — Te chamarás peixe

e não mais capivara!

O garanhão

Em uma igreja chique de um bairro elegante de uma próspera cidade do interior, a madame vai se confessar:

— Padre, eu pequei... O senhor me conhece, sabe que eu nunca traí meu marido, mas depois que apareceu aquele homão da cidade por aqui, padre... Aquele pedaço de mau caminho... O senhor sabe, né... A carne é fraca...

O padre passa-lhe um sermão e pede que, como penitência, ela deixe uma oferta de 200 reais para as obras da igreja.

Logo depois aparece uma outra mulher com a mesma história a respeito do galã da capital. Novo sermão e a penitência sobe para 500 reais.

E nos dias seguintes as mulheres faziam fila na paróquia, para confessar que traíram os maridos com o forasteiro bonitão.

Até que mais uma pessoa entrou no confessionário e o padre, tomado pelo hábito, disse:

— Pode falar, filha... Cometeu adultério com o tal garanhão?

— Não, padre! — disse uma voz grossa. — Eu sou o garanhão!

— Ah, resolveu confessar os pecados, não é? Olha que são muitos...

— Não... Só vim avisá-lo que se quiser terminar a reforma da igreja, vai ter que me pagar 50% do valor das penitências, senão eu mudo de paróquia, viu!