quarta-feira, abril 07, 2010
°°D Coisas de Mulher (°°
No segundo dia, ela chamou os homens da transportadora que levaram a mudança.
No terceiro dia, ela se sentou pela última vez na bela mesa da sala de jantar, à luz de velas, pôs uma música suave e se deliciou com uns camarões, um pote de caviar e um garrafa de Chardonnay.
Quando terminou, foi a cada um dos aposentos e colocou alguns pedaços de casca de camarão, besuntados com caviar, dentro das cavidades dos varões das cortinas. (aqueles tubos ocos de alumínio)
Depois ela limpou a cozinha e se foi.
Mais tarde seu ex-marido chegou com a nova namorada, tudo estava tudo muito bem arrumado, cheirando a limpeza.
Depois, pouco a pouco, a casa começou a feder.
Eles tentaram de tudo: limparam, lavaram e arejaram a casa.
Todas as aberturas de ventilação foram verificadas à procura de possíveis ratos mortos e os tapetes foram limpos com vapor.
Desodorantes de ar e ambiente foram pendurados em todos os lugares.
A empresa de combate a insetos foi chamada para colocar gás em todos os encanamentos, durante alguns dias, durante os quais tiverem de sair da casa, e no fim ainda tiveram de pagar para substituir o caríssimo carpete de lã.
Nada funcionou.
As pessoas pararam de visitá-los.
Os funcionários das empresas de consertos se recusavam a trabalhar na casa..
A empregada se demitiu..
Finalmente, eles não suportavam mais o fedor e decidiram se mudar.
Um mês depois, apesar de terem reduzido o valor da casa em 50%, eles não conseguiram um comprador para a casa fedorenta.
A notícia se espalhava e nem mesmo corretores de imóveis locais retornavam as ligações.
Finalmente, eles tiveram de fazer um grande empréstimo do banco para comprar uma casa nova.
A ex-esposa ligou para o marido e perguntou como andavam as coisas.
Ele contou a ela o martírio da casa podre.
Ela escutou pacientemente e disse que sentia muitas saudades da casa antiga e que estaria disposta a reduzir a parte que lhe caberia do acordo de separação dos bens em troca da casa.
Sabendo que a ex-mulher não tinha idéia de como estava o cheiro, ele concordou com um preço que era cerca de 1/10 do que valeria a casa.
Mas só se ela assinasse os papéis naquele dia mesmo.
Ela concordou e em menos de uma hora, os advogados dele entregavam os documentos à ela.
Uma semana depois, o homem e sua namorada assistiam, com um sorriso malicioso, os homens da mudança empacotando tudo para levar para a sua nova casa...
incluindo os varões das cortinas.
MULHER NUNCA ENGANA OS HOMENS, PRATICA O QUE APRENDEU COM ELES!
terça-feira, abril 06, 2010
O Porsche
- Onde conseguiu isto?
Ele calmamente responde:
- Acabei de comprar.
Com que dinheiro? perguntam. Sabemos quanto custa um Porsche!
- Bem, ele disse, este custou 15 dólares.
E os pais esbravejaram ainda mais:
- Quem venderia um carro destes por 15dólares???
- A senhora logo acima na rua. Não sei seu nome, recém mudou-se para cá. Ela me viu passando de bicicleta e perguntou se queria comprar o Porsche por 15 dólares.
- Santo Deus! gemeu a mãe, deve abusar de crianças. Quem sabe o que fará depois? John, vá lá imediatamente, para ver o que está acontecendo.
O pai foi até à casa da senhora e ela calmamente plantava petúnias no jardim.
Ele se apresentou como pai do rapaz a quem ela vendeu o Porsche e perguntou por que havia feito aquilo.
- Bem, disse ela, pensei que meu marido estivesse viajando a serviço, mas descobri que ele fugiu para o Havaí com a secretária e não pretende voltar…
Esta manhã ele me ligou e pediu que vendesse o Porsche e lhe enviasse o dinheiro…
…Então eu vendi.
(As mulheres são ou não são maravilhosas?!)
O Administrador
O psiquiatra, experiente, logo diagnosticou:
- O Senhor precisa se afastar por duas semanas da sua atividade
profissional. O conveniente é que vá para o interior, se isole do
dia-a-dia e busque algumas atividades que o relaxem.
Então o nosso executivo procurou seguir as orientações...
Munido de vários livros, CDs e laptop, mas sem o celular, partiu para
a fazenda de um amigo.
Passados os dois primeiros dias, o nosso executivo já havia lido dois
livros e ouvido quase todos os CDs. Continuava inquieto. Pensou então
que alguma atividade física seria um bom antídoto para a ansiedade que
ainda o dominava. Chamou o administrador da fazenda e pediu para fazer
algo. O administrador ficou pensativo e viu uma montanha de esterco
que havia acabado de chegar.
Disse ao nosso executivo:
- O Senhor pode ir espalhando aquele esterco em toda aquela área que
será preparada para o cultivo.
O administrador pensou consigo: 'Ele deverá gastar uma semana com essa
tarefa'.
Ledo engano. No dia seguinte o nosso executivo já tinha distribuído o
esterco por toda a área.
O administrador então lhe deu a seguinte tarefa: abater 500 galinhas
cortando suas cabeças com uma faca. Essa foi fácil; em menos de 3
horas já estavam todas prontas para serem depenadas; pediu logo uma
nova tarefa..
O administrador:
- Estamos iniciando a colheita de laranjas. O Sr. vá ao laranjal
levando três cestos para distribuir as laranjas por tamanho. Pequenas,
médias e grandes. No fim daquele primeiro dia o nosso executivo não
retornou. Preocupado, o administrador se dirigiu ao laranjal.
Viu o nosso executivo com uma laranja na mão, os cestos totalmente
vazios, falando sozinho:
- Esta é grande. Não, é média. Ou será pequena???
- Esta é pequena. Não, é grande. Ou será média???
- Esta é média. Não, é pequena. Ou será grande???
Moral da história: Espalhar merda e cortar cabeças é fácil. Difícil é tomar decisões...
sábado, abril 03, 2010
UMA HISTÓRIA DE AMOR IMPOSSÍVEL - Paulo Coelho
Conta a lenda que uma jovem mariposa
-de corpo frágil e alma sensível-
voava ao sabor do vento certa tarde,
quando viu uma estrela muito brilhante,
e se apaixonou.
Excitadíssima, voltou imediatamente para casa,
louca para contar à mãe que havia descoberto
o que era o amor.
-Que bobagem! -foi a resposta fria que escutou.
-As estrelas não foram feitas
para que as mariposas possam voar em torno delas.
Procure um poste ou um abajur,
e se apaixone por algo assim;
para isso nós fomos criadas.
Decepcionada, a mariposa resolveu
simplesmente ignorar o comentário da mãe,
e permitiu-se ficar de novo alegre
com a sua descoberta.
-Que maravilha poder sonhar! -pensava.
Na noite seguinte,
a estrela continuava no mesmo lugar,
e ela decidiu que iria subir até o céu,
voar em torno daquela luz radiante,
e demonstrar seu amor.
Foi muito difícil
ir além da altura com a qual estava acostumada,
mas conseguiu subir alguns metros acima
do seu vôo normal.
Entendeu que, se cada dia progredisse um pouquinho,
iria terminar chegando na estrela,
então armou-se de paciência e
começou a tentar vencer a distância
que a separava de seu amor.
Esperava com ansiedade que a noite descesse,
e quando via os primeiros raios da estrela,
batia ansiosamente suas asas em direção ao firmamento.
Sua mãe ficava cada vez mais furiosa:
-Estou muito decepcionada com a minha filha -dizia.
-Todas as suas irmãs, primas e sobrinhas
já têm lindas queimaduras nas asas,
provocadas por lâmpadas!
Só o calor de uma lâmpada é capaz
de aquecer o coração de uma mariposa;
você devia deixar de lado estes sonhos inúteis,
e arranjar um amor que possa atingir.
A jovem mariposa, irritada
porque ninguém respeitava o que sentia,
resolveu sair de casa.
Mas, no fundo -como, aliás, sempre acontece
-ficou marcada pelas palavras da mãe,
e achou que ela tinha razão.
Por algum tempo,
tentou esquecer a estrela e apaixonar-se
pela luz dos abajures de casas suntuosas,
pelas luminárias que mostravam
as cores de quadros magníficos,
pelo fogo das velas que queimavam
nas mais belas catedrais do mundo.
Mas seu coração não conseguia esquecer a estrela,
e, depois de ver que a vida sem o seu verdadeiro amor
não tinha sentido, resolveu retomar
sua caminhada em direção ao céu.
Noite após noite, tentava voar o mais alto possível,
mas quando a manhã chegava, estava com o corpo gelado
e a alma mergulhada na tristeza.
Entretanto, à medida que ia ficando mais velha,
passou a prestar atenção em tudo que via à sua volta.
Lá do alto, podia enxergar as cidades cheias de luzes,
onde provavelmente suas primas, irmãs e sobrinhas
já tinham encontrado um amor.
Via as montanhas geladas,
os oceanos com ondas gigantescas,
as nuvens que mudavam de forma a cada minuto.
A mariposa começou a amar cada vez mais sua estrela,
porque era ela quem a empurrava para ver um mundo
tão rico e tão lindo.
Muito tempo se passou,
e um belo dia ela resolveu voltar à sua casa.
Foi então que soube pelos vizinhos
que sua mãe, suas irmãs, primas e sobrinhas,
e todas as mariposas que havia conhecido
já tinham morrido queimadas nas lâmpadas
e nas chamas das velas,
destruídas pelo amor que julgavam fácil.
A mariposa, embora jamais tenha conseguido
chegar à sua estrela, viveu muitos anos ainda,
descobrindo toda noite algo diferente e interessante.
E compreendendo que, às vezes,
os amores impossíveis trazem
muito mais alegrias e benefícios
que aqueles que estão ao alcance de nossas mãos.
Nomes perfeitos...
Ana Lisa
Psicanalista
P. Lúcia
Fabricante de Bichinhos
Pinto Souto
Fabricante de Cuecas
Marcos Dias
Fabricante de Calendário
Olavo Pires
Balconista de Lanchonete
Décio Machado
Guarda Florestal
H. Lopes
Professor de Hipismo
Oscar Romeu
Dono de Concessionária
Hélvio Lino
Professor de Música
K. Godói
Médico especialista em hemorróidas
Alberta Alceu Pinto
Garota de Programa
H. Romeu Pinto
Garoto de Programa
Eudes Penteado
Cabeleireiro
Sara Vaz
Mãe de Santo
Passos Dias Aguiar
Instrutor de Auto-escola
Édson Fortes
Baterista
Sara Dores da Costa
Reumatologista
Jamil Jonas Costa
Urologista
Iná Lemos
Pneumologista
Ester Elisa
Enfermeira
Ema Thomas
Traumatologista
Malta Aquino Pinto
Médico especialista em doenças venéreas
Inácio Filho
Obstetra
Oscar A. Melo
Confeiteiro
(ai você decide !!!)
quinta-feira, abril 01, 2010
Frutos da Fé
- "Bom dia. Por acaso vc não é a Mª Antónia, a quem casei já há dois anos na minha antiga diocese?"
Ela respondeu:
- "Efetivamente, Padre, sou eu".
O sacerdote perguntou:
- Mas não me lembro de ter batizado um filho seu. Não teve nenhum?"
- "Não Padre, ainda não."
O padre disse:
- "Bem, na próxima semana viajo para Roma. Por isso se você quiser, acendo lá uma vela para você e seu marido, para que recebam a bênção de poder ter filhos."
Ela respondeu:
- "Oh Padre, muito obrigada, ficamos ambos muito gratos."
Alguns anos mais tarde encontraram-se novamente. O sacerdote ancião perguntou:
- "Bom dia Mª Antónia. Como está agora? Já teve filhos?"
Ela respondeu:
- "Oh, sim Padre, 3 pares de gemeos e mais 4. No total 10!"
Disse o padre:
- Bendito seja o Senhor. Que maravilha. E onde está o seu marido?
- "Foi a Roma, pra ver se apaga a porra da vela"
Boooom
Aproximadamente 1 litro de caldo (pode ser de galinha, carne, peixe ou de legumes). Você pode fazer o seu próprio caldo que fica mais saboroso, ou usar um tablete de caldo pronto.
1 colher de sopa de azeite
1 colher de manteiga
2 cebolas cortadas em cubos
2 talos de aipo cortados bem finos (o aipo dá uma textura especial)
Sal e pimenta a gosto
2 dentes de alho fatiados finamente
400g de arroz para risotto (o mais conhecido é o Arbório, mas pode ser também o Carnaroli ou o Vailone Nano)
100 ml de vermute branco seco (Martini Dry) ou vinho branco seco
70 g de manteiga
100 g de queijo parmesão fresco ralado
Etapa 1
Aqueça o caldo. Em uma outra panela aqueça o azeite e a manteiga. Adicione a cebola e o aipo com uma pitada de sal. Refogue por 3 minutos e quando os legumes estiverem tenros, acrescente o alho fatiado e deixe por mais 2 minutos. A partir daí a receita pede a sua atenção total e você não deve se afastar da panela. Aumente o fogo, adicione o arroz e comece a fritá-lo. Mexa constantemente de forma a não queimá-lo; ele não deve ficar dourado. Depois de 2 ou 3 minutos diminua o fogo para médio e adicione o vermute ou o vinho branco sem parar de mexer. Ele vai chiar e se misturar com todos os ingredientes da panela. Quando sentir que o vinho está evaporando, começa a segunda etapa.
Etapa 2
Assim que o vermute ou o vinho branco for absorvido pelo arroz, acrescente a primeira concha de caldo quente e uma pitada de sal (cuidado para não colocar muito sal, lembre-se que ao final você colocará também o queijo parmesão, que já é salgado) e a pimenta do reino moída na hora. Você agora não deve parar de mexer. Não se esqueça de esfregar o fundo da panela deixando-o bem limpo para que o arroz não grude. Vá acrescentando mais caldo à medida que ele for evaporando. Tome cuidado para que ele não fique com muito caldo, empapando demais o arroz. Essa etapa deve demorar de 15 a 20 minutos. Experimente o arroz de tempos em tempos até que ele esteja no ponto. Ele deve ficar al dente, levemente úmido, mas sem muito caldo.
Etapa 3
Retire a panela do fogo e adicione a manteiga e o parmesão. Misture delicadamente e, se quiser, guarde um pouco do queijo para salpicar na hora. Prove e corrija o sal. Passe para uma travessa e sirva imediatamente.
Boooom
Aproximadamente 1 litro de caldo (pode ser de galinha, carne, peixe ou de legumes). Você pode fazer o seu próprio caldo que fica mais saboroso, ou usar um tablete de caldo pronto.
1 colher de sopa de azeite
1 colher de manteiga
2 cebolas cortadas em cubos
2 talos de aipo cortados bem finos (o aipo dá uma textura especial)
Sal e pimenta a gosto
2 dentes de alho fatiados finamente
400g de arroz para risotto (o mais conhecido é o Arbório, mas pode ser também o Carnaroli ou o Vailone Nano)
100 ml de vermute branco seco (Martini Dry) ou vinho branco seco
70 g de manteiga
100 g de queijo parmesão fresco ralado
Etapa 1
Aqueça o caldo. Em uma outra panela aqueça o azeite e a manteiga. Adicione a cebola e o aipo com uma pitada de sal. Refogue por 3 minutos e quando os legumes estiverem tenros, acrescente o alho fatiado e deixe por mais 2 minutos. A partir daí a receita pede a sua atenção total e você não deve se afastar da panela. Aumente o fogo, adicione o arroz e comece a fritá-lo. Mexa constantemente de forma a não queimá-lo; ele não deve ficar dourado. Depois de 2 ou 3 minutos diminua o fogo para médio e adicione o vermute ou o vinho branco sem parar de mexer. Ele vai chiar e se misturar com todos os ingredientes da panela. Quando sentir que o vinho está evaporando, começa a segunda etapa.
Etapa 2
Assim que o vermute ou o vinho branco for absorvido pelo arroz, acrescente a primeira concha de caldo quente e uma pitada de sal (cuidado para não colocar muito sal, lembre-se que ao final você colocará também o queijo parmesão, que já é salgado) e a pimenta do reino moída na hora. Você agora não deve parar de mexer. Não se esqueça de esfregar o fundo da panela deixando-o bem limpo para que o arroz não grude. Vá acrescentando mais caldo à medida que ele for evaporando. Tome cuidado para que ele não fique com muito caldo, empapando demais o arroz. Essa etapa deve demorar de 15 a 20 minutos. Experimente o arroz de tempos em tempos até que ele esteja no ponto. Ele deve ficar al dente, levemente úmido, mas sem muito caldo.
Etapa 3
Retire a panela do fogo e adicione a manteiga e o parmesão. Misture delicadamente e, se quiser, guarde um pouco do queijo para salpicar na hora. Prove e corrija o sal. Passe para uma travessa e sirva imediatamente.
Algo Útil
- Cobertura:
- 1 lata de creme de leite sem soro
- 200 g de chocolate derretido
- Massa:
- 6 ovos
- 1 colher (chá) de canela em pó
- 2 colheres (sopa) de cacau em pó
- 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
- 3 colheres (sopa) de água fervendo
- 100 g de chocolate em barra
- 2 colheres (chá) de café instantâneo
- 1 colher (sopa) de fermento em pó
- 180 g de margarina sem sal derretida e fria
- 1½ xícara (chá) de açúcar mascavo
- Recheio:
- 1 xícara (chá) de açúcar
- 2 xícaras (chá) de leite
- 2 xícaras (chá) de coco em flocos
Preparo
Massa: Dissolva o café em água e depois coloque com o chocolate para derreter. Deixe esfriar. Bata as gemas com o açúcar até ficar uma massa fofa, junte a mistura de chocolate. Adicione a farinha de trigo, o cacau em pó, canela em pó peneirados, a margarina derretida e por último as claras em neve. Asse em forma untada e enfarinhada, em forno a 180º, por cerca de 30 minutos.
Recheio: Cozinhe os ingredientes até formar uma cocada mole. Recheie o bolo, ou faça um doce na panela com: 1 lata de leite condensado, 1 pacote de flocos de coco, 1 colher (sopa) de margarina.
Cobertura: Misture o creme de leite ao chocolate derretido e cubra o bolo.
MAY IT BE - Enya
Shines down upon you
May it be when darkness falls
Your heart will be true
You walk a lonely road
Oh! How far you are from home
Mornie utúlië (darkness has come)
Believe and you will find your way
Mornie alantië (darkness has fallen)
A promise lives within you now
May it be the shadows call
Will fly away
May it be you journey on
To light the day
When the night is overcome
You may rise to find the sun
Mornie utúlië (darkness has come)
Believe and you will find your way
Mornie alantië (darkness has fallen)
A promise lives within you now
A promise lives within you now
==Ô.Ô==
— Fiquei discutindo com o meu pai porque eu queria ir pescar e ele não deixou!
— Ótimo! — respondeu a professora — Seu pai se preocupa com você!
— Não é bem isso não, fessora... Ele me disse que a isca que ele tinha mal dava pra ele!
+++++++++++++++++++++++
Durante o treinamento, o recruta pegava qualquer pedaço de papel que via no chão, lia e dizia:
— Não, não é isso... - e jogava fora.
O hábito continuou por algum tempo. E foi ficando mais preocupante quando, já em território árabe, o jovem encarava fixamente a areia do deserto até achar qualquer papel.
Ele pegava, lia o conteúdo e dizia:
— Não! Não é isso!
Finalmente, antes que o jovem, pudesse prejudicar a tropa, o general conseguiu que ele passasse por um teste mental.
No consultório do psiquiatra o comportamento foi o mesmo: o jovem mexeu em todos os papéis que estavam na mesa do médico. Pegava uma folha, depois outra, sempre exclamando, em alto e bom tom:
— Não! Não é isso!
O psicólogo concluiu que o recruta estava desequilibrado e escreveu uma notificação pedindo que o rapaz fosse dispensado do Exército. O soldado pegou a nota, sorriu e disse:
— Ah!... É isso!
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
Manoel leva o carro numa oficina.
— Qual o problema? — pergunta o mecânico.
— Queria colocar uma buzina bem forte... Mas bem forte mesmo!
— Tudo bem, podemos colocar uma buzina de caminhão!
— Não dá pra ser mais forte ainda?
— Mas por que você quer uma buzina tão forte assim?
— Ora pois, é que os freios estão falhando!!
Esse é dos meus!
O gaúcho, sem deixar por menos, mas apavorado, foi, abriu a porta do avião deu dois passos, já tava escuro enxergou uma onça pintada, se apavorou virou de costas para dar no pé e escorregou .
A onça que já tinha dado o bote passou por cima do gaúcho e foi parar lá dentro do avião ...
O gaúcho mais que ligeiro levantou fechou a porta do avião e gritou : - VÃO CARNEANDO ESSA QUE DEPOIS TRAGO MAIS OUTRA ...
A DIFERENÇA ENTRE 58 E 18.....
Um professor de matemática envia para sua esposa um fax com a seguinte mensagem:
"Querida esposa, sei que compreendes que agora tens 58 anos,e que eu tenho certas necessidades que já não podes satisfazer.
Sou feliz contigo, como minha esposa e, sinceramente, espero que não te sintas magoada ou ofendida ao saber que, quando estiveres lendo este e-mail, estarei no Big Dick Motel com minha secretária, que tem 18 anos.
Mas não te preocupes,que chegarei em casa antes da meia-noite ".
Quando o cara chega em casa, vindo do motel, encontra a seguinte carta da esposa:
"Querido marido, obrigada pelo aviso.
Aproveito a oportunidade para lembrar-te que tu também tens 58 anos.
Ao mesmo tempo, te comunico que, quando estiveres lendo esta carta, estarei no Motel Happy Dust com meu professor de tênis, que também tem 18 anos.
Como és um matemático, poderás compreender facilmente que estamos nas mesmas circunstâncias, mas com uma pequena diferença:
"18 entra mais vezes em 58, do que 58 em 18..."
Portanto, não me espere, porque vou chegar só amanhã!"
sexta-feira, novembro 13, 2009
A maneira do Joãozinho
- Carlos, se você estivesse namorando uma moça fina e educada e,durante o jantar, precisasse ir ao banheiro, o que diria?
- Segura as pontas aí que eu vou dar uma mijadinha.
- Isso seria uma grosseria, uma completa falta de educação. Fernandinho, como você diria?
- Me desculpa, preciso ir ao banheiro, mas já volto.
- Melhor, mas é desagradável mencionar o banheiro durante as refeições. E você, Joãozinho, seria capaz de usar sua imaginação para, ao menos uma vez, mostrar boas maneiras?
- Eu diria minha princesa, peço a licença para ausentar-me por um momento,pois vou estender a mão a um grande amigo que pretendo apresentar-lhe depois do jantar.
A professora caiu pra trás..............
terça-feira, outubro 06, 2009
TERREMOTO NO CEARÁ
Saber ouvir os clientes...
Moral: SABER OUVIR OS CLIENTES É FUNDAMENTAL!!!









